top of page
Sem título.png

DANIEL BERNARDES, FILIPE QUARESMA e JOÃO BARRADAS: VIGNETTE

8 SETEMBRO - Castelo Branco

Concerto ao Luar no Cine-Teatro Avenida | 21h30

27 SETEMBRO - Pico

Concerto ao Luar no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Roque do Pico | 21h

©AdrianaRomero

SINOPSE

Os grandes filmes mergulham-nos no seu universo próprio, impactam-nos a um nível visceral pela força da visão dos seus realizadores transposta para o grande ecrã. Vignette nasce de um diálogo com filmes de Teresa Villaverde, Manoel de Oliveira, Paulo Rocha, João Botelho, Pedro Costa e Sérgio Tréfaut, uma tentativa de cristalizar em música esse encantamento espoletado por aquelas personagens, imagens, histórias… o acordeão de João Barradas e o violoncelo de Filipe Quaresma juntam-se ao piano de Daniel Bernardes para dar vida a estas novas composições do pianista, onde a música erudita e a improvisação dialogam livremente.

PROGRAMA

Ossos

Memória do Poço Seco

Mutantes (I, II, III)

Angélica

Interlúdio em Ré

Domingo à Tarde

Minha Ma

Um Prelúdio em Forma de Assim

BIOGRAFIAS

 

Daniel Bernardes

Daniel Bernardes nasceu em Alcobaça a 26 de Junho de 1986. Começou a estudar piano aos 5 anos de idade e aos 18 mudou-se para Paris, admitido na École Normale de Musique de Paris. Regressa a Portugal para se dedicar ao Jazz, estudando com Filipe Melo na Escola de Jazz Luíz Villas-Boas, ingressando depois na Escola Superior de Música de Lisboa onde, pela mão de João Paulo Esteves da Silva, se torna no primeiro Licenciado em Piano Jazz desta instituição. Frequenta actualmente o Doutoramento em Artes Musicais da Universidade Nova de Lisboa. Em 2010 apresenta o seu trio na Casa da Música com o qual lança, em 2013, o seu disco de estreia “Nascem da Terra”. Desenvolve também uma actividade intensa enquanto compositor na procura de mesclar os universos do jazz e da música erudita sendo galardoado com a Bolsa Jovens Criadores do Centro Nacional de Cultura pelo projecto “Daniel Bernardes’ Crossfade Ensemble”, e, em colaboração com os Drumming Grupo de Percussão, cria “A Liturgia dos Pássaros” um projecto em homenagem a Olivier Messiaen destacado pela revista norte-americana JazzTimes. A partir das recolhas de Michel Giacometti cria “O Rondó da Carpideira” um espectáculo multidisciplinar em parceria com o saxofonista Mário Marques e o artista multimédia Gonçalo Tarquínio. Trabalha igualmente para Teatro assumindo a direcção musical de “Cimbelino” de W. Shakespeare com encenação de António Pires para o Teatro do Bairro assim como de “Sweet Home Europa” de D. Carnevali com encenação de João Pedro Mamede, numa produção do Teatro Nacional D. Maria II. Estreia-se em televisão compondo a música para a série “A Espia” uma produção da Ukbar para a RTP. Chega ao cinema pela mão de João Botelho com as bandas sonoras de “Peregrinação”, “O Ano da Morte de Ricardo Reis” e “Filme em Forma de Assim”.

Filipe Quaresma

Filipe Quaresma, “...um dos mais interessantes músicos portugueses da actualidade” (P. Santos, Jornal Público) com uma “....forma precisa e soberbamente articulada de tocar, cheia de paixão e muitas vezes bastante contemplativa...” (The Strad Magazine), concilia a sua intensa carreira a solo e de música de câmara com a actividade de professor de violoncelo na ESMAE, a Orquestra Barroca Casa da Música (CdM), o Darcos Ensemble, o Sond’Ar-te Electric Ensemble e a Orchestre Révolutionnaire et Romantique de Sir John Eliot Gardiner. É também principal violoncelo convidado do Remix Ensemble CdM. Filipe apresenta-se regularmente nas principais salas e festivais de Portugal, da Europa e Estados Unidos. Estudou com David Strange e Mats Lidström na Royal Academy of Music e com Natalia Gutman na Scuola di Musica di Fiesole (Itália). Detentor do prestigiado título ARAM (Associate Royal Academy of Music), Filipe ganhou também vários prémios e bolsas de prestígio nacional e internacional. Já tocou a solo com várias orquestras nacionais e internacionais. Estreou o “Concerto para violoncelo e orquestra”, a si dedicado, de Luís Tinoco, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e Pedro Neves, assim como o concerto para violoncelo “Circumnavegare” de António Chagas Rosa com a Orquestra Metropolitana de Lisboa e Pedro Amaral. A sua vasta discografia inclui “Música Portuguesa para Violoncelo Solo”, “Sonatas para violoncelo e piano” (Artway Records 2017) e “Beethoven Cello Sonatas & Variations” (Artway Records 2021). Brevemente será lançado “Bach Cello Suites” (Next 2023) com a integral das suites para violoncelo de Bach gravadas com o violoncelo Montagnana “Suggia”, gentilmente cedido pela CM Porto.

João Barradas

João Barradas é um dos mais conceituados e reconhecidos acordeonistas europeus, movendo-se, simultaneamente, entre a música Clássica, o Jazz e a música improvisada. Venceu alguns dos mais prestigiados concursos internacionais para o seu instrumento na área da música erudita, dos quais se destacam, o Troféu Mundial de Acordeão (CMA) o Coupe Mondale de Acordeão (CIA), o Concurso Internacional de Castelfidardo e o Okud Istra International Competition.

Barradas tem-se apresentado, enquanto solista, nas seguintes salas: Het Concertgebouw Amsterdam, Wiener Konzerthaus, Elbphilharmonie Hamburg, Kolner Philharmonie, Tonhalle Maag Zurich, Philharmonie Luxembourg, Fundação Calouste Gulbenkian Lisboa, Casa da Música Porto, Philharmonie de Paris, Konzerthaus Dortmund, L'Auditori Barcelona, Mupa Budapest, La Moanaie/De Munt, Sage Gasteshead, Stuttgart Opera House, Bozar Brussels, Sadlers's Wells Theatre London, Onassis Cultural Center Athens, L'Arsenal Metz, Sava Center Belgrade, Centro Cultural de Belém, Tribeca Performing Arts Center New York.

Enquanto intérprete teve a seu cargo dezenas de estreias mundiais para acordeão solo escritas para ele por alguns dos mais destacados compositores europeus.

Foi nomeado ECHO Rising Star pela European Concert Hall Organization para a temporada 2019/2020. Nessa mesma temporada a prestigiada BBC Music Magazine nomeou-o também como um dos seus Rising Stars.

Em 2020, João Barradas obteve o 2º Prémio do Concurso de Composição SPA|/Antena 2 com a sua obra "The Edge of the Sea" para Orquestra Sinfónica.

bottom of page